Postado em 14 Outubro de 2008
Alguns dias haviam se passado sem nenhuma notícia do Flautista. Porém, quando o assunto já parecia esquecido, um mensageiro real retorna a Britain bem antes que a data marcada. Entra no castelo com suas botas sujas de lama deixando marcas pelo piso e segue direto para o salão de refeições onde Rupert, Aylin e alguns membros da corte se encontravam jantando.
Sem qualquer educação ou cerimônia o homem adentra o salão e caminha compassadamente até o centro da mesa.
Aylin comenta, com estranheza: "Ele não deveria ter sido anunciado antes de entrar?"
"Os guardas lhe permitiram passagem sem qualquer questionamento?" Sir Rupert pergunta ao mensageiro mas, em resposta, ele apenas caminha em direção a ele e Aylin e, estendendo a mão bruscamente, mostra-lhes um papel com várias palavras manuscritas.
Nesse momento, Aylin percebe que o homem não os encarava, ao contrário, seu olhar era estático, inexpressivo e parecia focado em algum ponto qualquer na parede. Quando ela ia comentar isso, o mensageiro desperta do transe e, confuso, não sabe como chegara até alí.
Lembra-se apenas de estar cavalgando para entregar as cartas de Britain como de costume quando ouviu uma música muito bonita e sorriu maravilhado. No instante seguinte, estava na sala de refeições, de pé, enlameado e... profundamente envergonhado.
Não é dificil concluir de imediato que se trata do Flautista e, após lerem atentamente a mensagem, Rupert e Aylin se dirigem à sede dos imortais, onde mais uma reunião estava prestes a começar.
Após alguns cumprimentos aos imortais presentes, Aylin inicia a reunião dizendo: "Bem, senhores, vamos começar a relatar as novidades. Recebemos uma mensagem do Flautista dirigida ao reino e aos imortais" Aylin.
"O que dizia a mensagem?" Akros.
"Nos conte sobre a mensagem" Carthos.
"A mensagem veio assinada pelo flautista de uma forma que não nos deixa nada confortáveis" Sir Rupert.
"O que dizia ela?" Preds diz, assustado.
"Por que?" Akros.
"Um mensageiro do reino nos entregou a mesagem em mãos, tendo chegado a sala de refeições real sem ser parado pelos guardas, o que nos faz concluir que o Flautista não só conseguiu controlar o mensageiro, mas também desabilitou nossos guardas de alguma forma" Aylin.
"Ah sim, fiquei sabendo do ocorrido. Parece que ele estava em transe ou algo assim. Parece que ele se tornou mais poderoso" Akros.
"Vamos lutar contra ele?" Black Knight.
"A mensagem diz que ele já tem sua decisão quanto ao que quer como recompensa" Aylin.
"O que ele quer?" Preds.
"E nela diz o que ele deseja?" Akros.
"Como se lembram, da vez passada, ele havia nos pedido algo que não poderíamos ofertar" Aylin.
"Sim, as skulls" Akros.
"Desta vez, o pedido é menos exigente, mas um tanto misterioso" Aylin.
"O que é?" Black Knight.
"Algo que podemos obter?" Akros.
"Que já temos?" Black Knight.
"O que ele pede é uma urna" Aylin.
"Uma urna? Tem algo de especial nela?" Akros.
"Urna?" Radagast.
"Onde encontraremos tal urna?" Preds.
"Ele diz que ela esta guardada em um lugar perigoso, mas também cheio de recompensas" Aylin.
"Hmm, interessante" Akros.
"No entanto, ele não estipulou o local onde a urna pode ser encontrada, disse que passaria os detalhes pessoalmente" Sir Rupert.
"Vamos falar com ele de imediato então, temos que encontra-lo o mais breve possível" Preds.
"Sim" Sir Rupert.
"De acordo" Aylin.
"Nós encontraremos com ele?" Akros.
"Ele se encontra no mesmo local?" Preds.
"Ele marcou um ponto de encontro" Sir Rupert.
"Onde?" Akros.
"Disse que devem encontrá-lo nos esgotos de Britain" Sir Rupert.
"Fácil" Astroid.
"Ok, vamos" Preds.
"Mais alguma coisa a dizer?" Astroid.
"Só isso, desejo-lhes sorte" Sir Rupert.
"Esperamos que ele nos fale quando estivermos lá, vamos ver os detalhes que ele vai nos dizer" Aylin.
Todos seguem então para os esgotos de Britain e, como esperado, encontram lá o Flautista.
DeusDete o ataca assim que o vê e ele, em resposta, apenas adverte: "Isso não é muito sábio, meu caro".
DeusDete se desculpa e cessa os ataques.
"Não precisamos chamar a atenção dele, ele está aqui para falar conosco" Aylin complementa.
"Por que ainda não matamos esse infeliz?" Squizi Chuckles pergunta.
"Bom, está claro que receberam minha mensagem" O Flautista.
"Sim, recebemos" Carthos.
"O que quer conosco infeliz?" Squizi Chuckles.
"Apesar de ser um infeliz, não precisa me tratar desta forma" O Flautista.
"Qual o seu desejo? Sua recompensa??" Akros.
"Sim" O Flautista.
"ONDE PODEREMOS ENCONTRAR TAL URNA?" Preds grita.
"O que quer?" Carthos.
"Pesquisei nesta semana e encontrei algo muito interessante, tanto para mim quanto para vocês" O Flautista.
"A urna não é? O que ela faz?" Akros.
"Não temos nada em comum, nada poderia interessar a nós todos" Squizi Chuckles.
"Descobri como chegar a um local de grande perigo, mas também de grande aventura e riquezas" O Flautista.
"Interessante!" Black Knight.
"E porque dividiria isto conosco?" Squizi Chuckles.
"E porque não?" Saruzinhu.
"Certamente não quer ir sozinho" Carthos.
"Dividirei com vocês a informação de como chegar lá porque desejo que tragam a minha recompensa de lá" O Flautista.
"Certo" Akros e Black Knight concordam ao mesmo tempo.
"Então diga, para que possamos ser rápidos" Preds.
"Esse local é em uma região próxima ao plano do Caos" O Flautista.
"Oh!" Radagast.
Agnon escuta atentamente, enquanto Saruzinhu se assusta.
"Plano do caos...." Akros.
"E lá vocês encontrarão criaturas nunca vistas normalmente neste mundo" O Flautista.
"Criaturas hostis?" Squizi Chuckles.
"Isso não significa muita coisa, existe muitas criaturas nesse mundo que também nunca foram vistas..." Saruzinhu.
"Deveras hostis, mas acredito que vocês serão capazes de lidar com elas" O Flautista.
"E como quer algo de lá, acredito que virá conosco?" Squizi Chuckles.
"Com certeza" Akros.
"O que quero, como já disse, é a urna que poderão encontrar lá" O Flautista.
"Interessante..." Agnon.
"Onde fica a passagem para este mundo?" Preds.
"Todos os tesouros das criaturas vocês podem pilhar e ficar com eles" O Flautista.
"Vou gostar do desafio" Agnon diz, abrindo um sorriso.
"Antes, me explique uma coisa. Por que quer essa urna?" Akros.
"Bom, meu jovem, essa urna irá me ajudar e futuramente eu poderei vir a ajudar vocês" O Flautista.
Akros fica desconfiado.
"Como parece esta urna?" Squizi Chuckles.
"Squizi, não se preocupe, lá nós achamos" DeusDete.
"Certo" Akros.
"Quero saber se temos um trato. Eu lhes revelo o local e lhes ajudo futuramente contra um dos 6 e vocês me retornam a urna" O Flautista.
"Sim, todo poderoso" DeusDete.
"Sim temos, mas eu gostaria de saber como se parece essa urna, para que possa ter certeza de que é a urna certa" Squizi Chuckles.
"Vocês irão reconhecê-la, provavelmente não há nada parecido em toda a area" O Flautista.
"O sr. flautista virá conosco?" Carthos.
"Há criaturas protegendo a urna?" Black Knight.
"O que há na urna?" Radagast.
"Eu posso passar por criaturas sem ser notado..." Saruzinhu.
"Que assim seja! Vamos logo, pois o tempo urge" Squizi Chuckles.
Akros continua desconfiado.
"Agora, deixe-me dar mais detalhes sobre o local, porque tem informações importantes que irão precisar" O Flautista.
"Por favor, ainda se encontra obscuro" Astroid.
"Pensei que iria nos levar até la. Por que não nos guia? Um encantador de monstros seria interessante para nossa busca" Squizi Chuckles.
Saruzinhu e Radagast riem.
"Primeiramente, vou dizer como vocês conseguirão abrir o portal para esse complexo" O Flautista.
"Certamente" Carthos.
"Então o que esperamos?" Squizi Chuckles.
"Eu lhes levarei ao local onde o portal deve ser aberto e lá vocês devem oferecer cinco sacrifícios em cima do altar. Sacrificios humanos" O Flautista.
"hahaha, deixe isto comigo" Squizi Chuckles.
"Brigands?" Carthos.
"Quem poderemos sacrificar?" Astroid.
"Que tipo de sacrificios?" Akros.
"Pode dexar que eu já sei quem vamos sacrificar, toda a KoA" DeusDete.
Radagast gargalha.
"Pode ser qualquer pessoa, desde que sejam cinco, um de cada vez" O Flautista.
"Imortais servem?" Malfurion Stormrage.
"Sim" O Flautista.
"Eu ficaria encantado em sacrificar deusdete" Squizi Chuckles.
"Os GoW" Saruzinhu.
"Devemos trazer as cabeças?" Akros.
"Não, matem a pessoa em cima do altar e o sangue derramado completará parte da magia" O Flautista.
"Ah, entendi" Akros.
"Ok" DeusDete.
"Certo" Akros.
"Mortal ou imortal ou tanto faz?" Astroid.
"Tanto faz se é mortal ou imortal" O Flautista.
"Podemos usar cachorros?" Saruzinhu pergunta, com brilho nos olhos.
"Humano só" Malfurion Stormrage.
"Não é do feitil dos imortais fazerem essa barbarie. Não seria sensato sacrificarmos um irmão da ordem" Carthos.
"Não gosto disso" Radagast.
"Segundo: a criatura que lá reside é muito poderosa e inteligente. Para evitar maiores dificuldades, devem primeiramente limpar todo o complexo para garantir que ele não poderá contar com aliados" O Flautista.
"Que assim seja" Squizi Chuckles.
""Flautista, mais alguma coisa que gostaria de acrescentar? Não quero ver surpresas..." Agnon.
"Sim. Depois, devem destruir os geradores que mantém as barreiras de sua câmara cerradas. Quando abrirem o portal darei umas últimas palavras de conselho. Agora vamos" o Flautista conclui e abre um portal para as proximidades da Sede dos Imortais. O grupo segue com ele.
"Não gosto da ideia dele vir aqui" Radagast comenta.
Após algum tempo cavalgando juntamente com o Flautista, o grupo chega até um poço de água isolado. Estranhamente, ao olhar para o fundo onde se esperaria haver água, nada se pode enxergar além de escuridão, mas o Flautista sem qualquer receio pula para dentro do poço e os imortais o seguem.
Percebem então que o poço é mais profundo do que o normal e dá passagem para um área secreta, sendo o primeiro trecho composto por uma pequena extensão de água empoçada, talvez proveniente de chuvas e de pequenas infiltrações. Pingos de água caem do teto e ecoam abafados, enquanto os imortais atravessam essa área úmida.
Agnon sente frio.
Em seguida, após descer uma escadaria, o grupo encontra um altar de pedra, sob o qual repousam cinco velas acesas, alinhadas harmonicamente entre si.
"Posso me sacrificar?" Preds pergunta.
"Espere" O Flautista.
"Eu sacrifico o pessoal" DeusDete oferece.
Sem esperar, Preds se sacrifica em cima do altar.
"Apressado" Akros.
"Olhem... sangue derramado" Aylin comenta, observando que o sangue que banha o altar compõem magicamente a ponta de um pentagrama.
DeusDete trás Preds de volta à vida.
"Não gosto da ideia de derramamento de sangue, isso é contra a índole dos paladinos. É contra meus princípios, mas pretendo ajudar" Radagast.
"Não faça nada contra seus princípios, deixe que outro tome a frente" um dos imortais comenta.
Mais quatro dos presentes são sacrificados.
"Não gostei disso" Akros comenta, abominado com o que tiveram que fazer.
"Já sacrificamos o suficiente..." Astroid.
Um portal vermelho brilhante surge no centro do pentagrama de sangue que se forma após o quinto sacrifício. Assim que o portal aparece, vários imortais entram imediatamente, possívelmente esquecidos que o Flautista dissera que ainda teria algo a lhes dizer quando ganhassem acesso ao complexo.
"Bom, boa sorte!" O Flautista diz, desaparecendo do local sem deixar suas última palavras de conselho.
"O flautista havia avisado para esperarmos" Aylin comenta, torcendo que o grupo consiga desempenhar bem o seu papel, apesar de não terem ficado para ouvir o que o Flautista ainda poderia ter lhes dito.
Após atravessarem o portal, os imortais se deparam com toda sorte de demônios, além de hell cats, imps e blood elementals. Pouco a pouco vão avançando e encontram quatro aparatos mágicos geradores de energia que apresentam algum tipo de desafio intelectual, um enigma a ser decifrado. Ao desvendarem o enigma corretamente nos quatro aparatos, uma barreira de energia que protegia a câmara principal se desfaz. Contudo, restava ainda uma barreira de pedra negra, como irriam derrubá-la?
Antes de se preocupar com a passagem, os imortais matam todas as criaturas que infestavam o local, seguindo as indicações do Flautista. Dessa forma, não teriam problemas com inimigos ajudando o que enfrentariam depois.
"Muito bom" O Flautista diz, quando todos se encontram finalmente de frente para a parede que sela a câmara principal se perguntando o que fazer para prosseguir.
"Muito conveniente... chegar agora" Saruzinhu.
"Calma saru" Krostuo.
"Agora que já abaixaram o campo de força eu posso destruir a barreira. O maior desafio se encontra a frente, mas vocês são muitos, então acredito que conseguirão vencê-lo" O Flautista.
Radagast e Carthos incentivam o grupo com gritos de guerra e de empolgação.
Agnon parece ancioso e não é o único.
"O que estamos esperando então?" Squizi Chuckles.
Radagast bate o pé no chão.
"Acreditar não é seu forte e isso já foi provado" Saruzinhu diz ao Flautista.
O flautista parece ignorar o comentário, ou talvez estivesse apenas concentrado no que estava fazendo. Ele toca na parede e ela parece ondular como se fosse líquida e, em alguns instantes, derrete suavemente como gelo.
Alguns imortais ficam espantados e rapidamente todos seguem pela passagem que os conduz ao seu maior desafio daquela noite. Um dragão tão gigantesco quando um Great Wyrm, mas com uma couraça bem mais grossa e resistente, de cor vermelha viva como sangue. Suas escamas são tão brilhosas que alguém quase poderia se espelhar nelas e não apresentam nenhum arranhão, o que indica ou que o dragão lutara pouco em sua vida ou que passara por qualquer lutas sem ferimentos.
"Mas que lindo, quanta inocência em meu lar" Blood Dragon.
"Como vai? Desculpe invadir sua casa" Saruzinhu.
"Olá grande dragão" um dos imortais saúda.
Akros sente medo.
"Que beleza em uma só criatura" Krostuo.
"De fato" alguém concorda.
"Estão perdidos por aqui?" Blood dragon.
"Não senhor, apenas viemos pegar uma coisa, uma urna" Akros.
"Procuramos uma urna misteriosa" Preds.
"Sim, poderia nos indicar alguma urna?" Saruzinhu.
"Ah, querem minha urna?" Blood dragon.
"Sua? Não saberia dizer. Enfim, pode nos dar?" Saruzinhu.
Akros engole em seco, assustado.
"Não queremos batalha" Carthos.
"Precisamos dela, nobre criatura" um dos imortais afirma.
"Não sairão daqui com nada que pertence a este lugar" Blood dragon.
"Então teremos de resolver isto com sangue, um de nós não viverá" Squizi Chuckles.
"Quem irá nos impedir de sairmos com a urna?" Preds.
"Não há nada que possa trocar pela Urna??" Astroid.
"Trocar? Claro! Suas VIDAS!" o blood dragon e ataca!
Segue-se então uma batalha das mais difíceis, o dragão parecia invocar blood elementals a partir do sangue dos que tombaram em combate e muito tempo demorou até que conseguissem derrotá-lo. Por fim, quando a fera finalmente é vencida, sua carcaça se ergue na forma de um dragão esquelético e mais esforço é necessário para fazê-lo repousar de uma vez por todas.
Em um canto, encontra-se uma magnífica urna vermelha iluminada por luzes fracas bruxuelantes, disposta em cima de um pedestal de mármore branco.
"Muito obrigado senhores" O Flautista diz, aparecendo ao lado do pedestal, rapidamente retirando a urna e guardando-a consigo.
"Estão todos vivos?" Krostuo questiona, ainda envolvido na ação do combate.
"A urna" Astroid.
"Conseguimos" Akros.
"Que batalha difícil" Akros comenta, cansado.
"Nossa, foi extremamente difícil, mas foi extremamente recompensador" Astroid.
"Acredito que a tesouro tenha valido igualmente a pena" O Flautista.
"Eu acho" Astroid.
"E onde esta nossa parte do tesouro?" Squizi Chuckles.
"O tesouro voces já receberam em toda a area e na própria criatura em si. Porém, eu me habilito a ajudá-los" O Flautista.
"Como?" alguém pergunta.
"Aylin, será seguro deixar com ele a urna?" Squizi Chuckles.
"Quando vocês forem enfrentar o Lord Oaks" O Flautista.
"Lord Oaks?" um dos imortais questiona.
"Sim, sei que ainda irão enfrentá-lo, conheço seus planos" O Flautista.
"Quem é esse?" Akros.
"Você é louco?" Krostuo.
"Quem em sã consciência enfrentaria lord oaks? Diz a lenda que ele não pode ser morto" Squizi Chuckles.
"Consciência? O que é isso? Eu enfrento!!!" Saruzinhu.
"Lord Oaks é um dos que guardam as skulls e pelo o que sei vocês estão enfrentando todos os guardiões das skulls" O Flautista.
"Bom se você nos ajudará, sua ajuda será bem vinda em batalha" Krostuo.
"Sim" Akros.
"Então cedo ou tarde terão que se deparar com ele" O Flautista.
"Mas lord oaks é uma criatura benigna, não iria contra nossa índole enfrentá-lo?" Squizi Chuckles.
"Ele tem razão, pessoal" Akros.
"Mas para trazê-lo a esse mundo vocês terão que matar criaturas benignas" O Flautista.
"Simples... Muahahahha" Saruzinhu.
"Não há como traze-lo até aqui senão desta forma" O Flautista.
"Verdade...." Akros.
"E quando ele vier até aqui, como pensa que os irá encarar? Como inimigos, certamente. E eu estarei lá para ajudá-los" O Flautista.
"E agora, o que faremos?" Squizi Chuckles.
"Precisamos do altar. Fewannar deverá saber se já está pronto" Saruzinhu.
"Sim" DeusDete.
"Então estamos combinados. Espero que cumpra com sua parte do acordo, caso contrário, a Ordem irá procurá-lo" Squizi Chuckles.
"Temos sua palavra?" alguém pergunta.
"Sim, certamente, poderão contar com a minha ajuda" O Flautista.
"Ok, me dou por satisfeito com a palavra do cavalheiro" um dos imortais afirma.
Tendo feito o acordo, o grupo retorna à sua sede, onde comentam sobre as aventuras que passaram hoje.
"Este dragão certamente foi uma das criaturas mais difíceis que já enfrentaram" Sir Rupert.
Krostuo, Akros e Astroid concordam.
"Ele tinha muito rigor físico, mas sem muitas habilidades mágicas" Saruzinhu.
"Muita força" Akros.
"Realmente foi um desafio" Squizi Chuckles.
"Ele fedia a sangue" Krostuo.
"O interessante eh que o sangue derramado por tal dragão invocava elementais fiéis a ele" Agnon.
"Sim, hoje tiveram bastante trabalho, aquele dragão demoníaco não foi alvo fácil" Aylin.
"Admito que desconhecia a caverna no poço da cidade" Sir Rupert.
"De toda forma, enquanto enfrentavam o dragão, analisei o local" Sir Rupert.
"O que descobriu Sir? Achou algo de interessante?" Akros.
"Pelo que notei o local é controlado pelo caos" Sir Rupert.
"Ou talvez seja melhor dizer, esta completamente fora de controle, como o próprio caos" Aylin.
"Eu também observei alguns pontos. Continha celas, muito triste ser aprisionado por demônios" Saruzinhu.
"Não acredito que naquele plano exista alguma criatura benigna" Sir Rupert.
"Era um local demôníaco" Akros.
"Teremos que tomar muito cuidado com aquele portal, pode trazer algumas destas criaturas para cá" Sir Rupert.
"Para o bem delas, melhor que não venham" Saruzinhu.
"Podemos fazer uma investida para tomar o controle, não?" alguem sugere.
"Creio que seja necessário colocar guardas na passagem, para evitar que mortais entrem lá" Radagast.
"Ou entao podemos vedar o poço com alguns explosivos e eliminar o perigo" Agnon.
"Guardas imperiais na entrada" Malfurion Stormrage.
Saruzinhu tem um brilho sinistro nos olhos.
"Não sei até que ponto valeria a pena voltar lá" Aylin.
"Sim, um local muito perigoso" Akros.
"Guardas seriam uma boa alternativa" alguem diz.
Aylin coloca então sobre a mesa algunas vasilhas brancas, estranhamente cheias até a borda de sangue.
"Isso foi o que aconteceu lá" Aylin.
"Nossa, quanto sangue" Krostuo.
"Parece saboroso..." Saruzinhu.
"Sague... inesgotável, parece" Aylin.
"Triste" Radagast.
"Apenas sangue!?" Akros.
"Que nojo saru" Krostuo.
"Misturado com vinho fica divino" Saruzinhu.
"Que nojo, pare" Krostuo.
"Pare de asneiras" Radagast.
"Você nunca entenderá os gostos de um necromante de renome" Saruzinhu.
"Sou muito mais corpos decompostos. Eu sou um necromante" Krostuo.
"Eu vou vomitar com esse assunto" Radagast.
"Sangue com vinho é extremamente afrodisíaco meu caro" Saruzinhu.
Astroid fecha os olhos enquanto Akros gargalha.
"Um mago sempre tem suas artimanhas" Astroid.
"De onde vem tanto sangue assim?" Darien Farall.
"Parece ser alguma maldição do dragão" alguém sugere.
"Essas vasilhas, que eram para curar os doentes, umedecendo bandagens... quando entraram em contato com aquele sangue do local se tornaram assim. Nao as quero guardar comigo. Talvez possamos sortear entre voces quem ficaria com o peso de guardar esses itens amaldiçoados" Aylin.
"Eu aceitaria uma" Squizi Chuckles.
"Talvez seja interessante para minha magia necromante" Squizi Chuckles.
As vasilhas são então sorteadas entre os presentes, assim como uma recompensa em ouro é entregue a cada um deles. As pessoas comuns de Britania sequer são capazes de imaginar com que perigos e aventuras eles se depararam hoje. A maioria segue sua vidinha tranquila e corriqueira, sentindo falta do seu Rei, mas confiantes que ele retornará. Enquanto Leoric não retorna, a opinião da maioria é de satisfação para com os imortais que, com muito mais vitórias que infortúnios, estão fazendo um bom trabalho.